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Cockpit Automóvel - Conteúdos Auto



Quinta-feira, 15.11.12

APRESENTAÇÃO: Honda Civic 1.6 diesel chega a Portugal em Janeiro

Com chegada prevista para Janeiro de 2013, um novo Civic 1.6 a gasóleo com 120 cv estará disponível a partir de 24.350 euros. Esta é uma das versões mais aguardadas da nona geração do Honda Civiclançada em Portugal no primeiro trimestre de 2012, e constitui um alicerce fundamental para as ambições europeias da marca japonesa que prevê investir 330 milhões de euros na sua fábrica inglesa de Swindon. O Civic será assim o primeiro modelo da Honda equipado com um motor da nova geração “Earth Dreams Tecnology”, uma nova gama de motorizações com elevadas prestações e grande economia de combustível.

Sobre este novo motor turbodiesel de 1,6 litros com 120 cv e 300 Nm de binário, sabe-se apenas que se trata de uma unidade em alumínio compacta e leve, capaz de proporcionar emissões de CO2 de somente 94 gr/km.
A potência máxima é atingida às 4000rpm, enquanto o valor máximo de binário - 300 Nm - está disponível junto das 2000rpm. Tem 4 cilindros, tecnologia multiválvulas e injecção Common rail e o consumo médio estimado é de 3,6 litros. As emissões situam-se abaixo das 100 gr./km.

Preços e níveis de equipamento

Em Portugal, o novo Civic 1.6L diesel estará disponível em 3 níveis distintos de equipamento com os seguintes preços:

- 1.6 Comfort…. 24.350€
Equipamento: Jantes em liga leve de 16”, ar condicionado, cruise control, todos os sistemas de segurança, faróis automáticos com temporizador, novo ecrã i-MID.

- 1.6 Sport…. 25.600€
Equipamento: ao anterior acresce volante e punhos da alavanca de velocidades em pele, ar condicionado de dupla zona, sensor de chuva e de luz, controlo remoto dos vidros eléctricos e espelhos retrácteis, tomada de energia na bagageira, Sistema Bluetooth HFT, jantes em liga leve de 17”, faróis de nevoeiro dianteiros e câmara de estacionamento traseira.

- 1.6 Lifestyle…. 27.700€
Equipamento: Ao anterior acrescenta espelho retrovisor antiencadeamento, sensores de estacionamento dianteiros e traseiros, bancos dianteiros aquecidos, rádio com recepção digital DAB+, sistema de som premium com subwoofer, vidros escurecidos, faróis bi-xenon com lava faróis e sistema de suporte de máximos.

(Estes valores não incluem a pintura metalizada nem as despesas de logística e de preparação.)

Motor 1.6L irá equipar novo CR-V

No desenvolvimento deste novo motor, o importante para a Honda foi manter um bom compromisso entre a eficiência ambiental e a performance dinâmica que se espera de um carro que transporta o símbolo da marca nipónica.
O desejo de oferecer uma condução divertida, sem sacrifício de consumos ou emissões, foi um desafio que os técnicos esperam ter conseguido superar, até porque este motor irá equipar modelos tão díspares quando o Civic ou o novo SUV Honda CR-V.
É importante ainda frisar outra novidade que esta nova geração no Civic reintroduz, nomeadamente uma variante carrinha (Wagon). tão apreciada em anteriores gerações.
A indústria portuguesa irá ser também fundamental na construção de peças para este novo motor diesel 1.6, uma vez a fábrica Portuguesa “Tesco Componentes para Automóveis”, com sede no concelho de Vila Nova de Famalicão, foi escolhida como parceira privilegiada no fornecimento de diversos componentes em alumínio fundido.

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Segunda-feira, 22.10.12

Tiago Monteiro e Civic WTCC estreiam em Suzuka

O piloto português Tiago Monteiro, que esta época se transferiu de armas e bagagens para a marca japonesa com o privilégio de estrear o novo Civic no campeonato mundial de carros de Turismo (ler AQUI a notícia completa), teve uma boa estreia na pista japonesa e terminou as duas corridas nos pontos, entre os dez primeiros. Tiago partiu ambas as vezes no 11.º lugar da grelha e levou o Civic de 5 portas ao 9.º lugar na primeira corrida e ao 10.º na segunda. A próxima prova será disputada, no Circuito Internacional de Shanghai, na China, nos dias 3 e 4 de Novembro de 2012.

Partindo da 11ª posição, após um bom arranque o piloto português conseguiu manter a posição do seu Civic no início da prova. Apesar de bons confrontos com carros à sua frente e atrás de si, Tiago Monteiro manteve a sua posição até à 22ª volta, altura em que subiria uma posição na sequência de uma saída de pista do veículo à sua frente. No final da prova subiria ainda uma posição em resultado de uma penalização atribuída a um outro concorrente.
Na segunda corrida, com os primeiros 10 carros da qualificação foram colocados nas posições inversas da grelha de partida, Tiago voltaria a partir da 11ª posição. Após uma longa batalha que durou 10 voltas com o BMW à sua frente, Monteiro conseguiria ultrapassar o seu rival, obtendo assim novo lugar no Top Ten.
Bastante satisfeito com a obtenção dos primeiros pontos em competição, Tiago Monteiro admite que o carro melhorou da qualificação para a corrida mas que ele também está ainda numa “fase de aprendizagem, descobrindo novas afinações e equilíbrios a cada momento. Foi extremamente importante para nós, como primeiro passo, termos terminado ambas as corridas em boas condições.
Reconhecendo a dificuldade que é “ultrapassar num circuito tão pequeno como Suzuka”, daí que o resultado da qualificação tenha acabado por afectar o resultado final, Tiago promete “continuar a trabalhar arduamente em Shanghai e Macau para aprender ainda mais. Gostaria de agradecer aos engenheiros da Honda que criaram um motor fantástico e a toda a equipa que trabalhou arduamente, noite e dia para atingir este resultado”.

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Terça-feira, 04.09.12

ENSAIO: Gama HONDA CIVIC (MY 2012). Motores 1.4i, 1.8i e 2.2 i-DTEC

 Renovada no início deste ano, a gama Civic em Portugal articula-se em torno de três motorizações: um acessível 1.4i e um mais desportivo 1.8i, ambos a gasolina, e um exclusivo, económico e dinâmico 2.2 a gasóleo. A estes se deverá juntar, em finais de 2012, a desejada versão 1.6 i-DTEC, um diesel com 120 cv (ver AQUI). Com ele, o construtor disporá, finalmente, de um motor com uma cilindrada ao nível da concorrência deste segmento. Vamos então conhecer, com maior pormenor, os três modelos actualmente existentes. A carroçaria de cinco portas é a mesma que serve de base ao modelo de competição com que o português Tiago Monteiro defende as cores da marca japonesa no WTCC.
Na gíria desportiva costuma dizer-se que “em equipa que ganha não se mexe”. Foi o que a Honda aparentemente fez, aprimorando e actualizando alguns aspectos que conferem ao Civic maior eficácia e atitude. Parecem pormenores mas acabam por fazer a diferença entre o bom e o óptimo, ou não fosse a maioria de estas alterações a resposta aos desejos de alguns proprietários da anterior geração que foram consultados.
A renovação do Civic não afectou a silhueta, que se mantém inconfundível e com um perfil vincadamente em cunha. Extremamente aerodinâmico, isso resulta numa imagem com forte apelo desportivo.
Foi muito no sentido de reforçar estas características que a marca japonesa o actualizou, visando ainda diminuir consumos e emissões de forma a cumprir actuais e futuras normas europeias.
A versão europeia do Civic dispõe, para já, unicamente de uma carroçaria de 5 portas. A exemplo da versão anterior, em breve deverá surgir uma de três (eventualmente com um “Type R”), sendo muito pouco provável o aparecimento de uma carrinha.
Mercados fora da Europa possuem uma carroçaria sedan de quatro portas, difícil de ser comparada com o modelo europeu. Existe, inclusive, uma versão híbrida IMA com mecânica semelhante à do CR-Z.

Limpa-vidros na traseira

Maiores pormenores sobre as alterações efectuadas na carroçaria podem ser encontrados no TEXTO DEAPRESENTAÇÃO do novo Civic.
Exteriormente, a par de uma frente mais moderna e expressiva (inevitavelmente com o surgimento da iluminação Led), aquilo que mais se evidencia é a nova atitude da secção traseira. De facto, se lateralmente não são de imediato perceptíveis as diferenças (na realidade, a maior, é talvez o ligeiro rebaixamento da carroçaria), as alterações efectuadas na secção traseira vieram melhorar a visibilidade em manobra, resolvendo ainda uma das queixas habituais dos condutores da versão anterior: a ausência de limpa-vidros.
A nova colocação do spoiler e das luzes da retaguarda, ao libertar espaço na zona inferior do vidro, permite uma visão mais ampla na direcção traseira. Algo que pode ainda ser incrementado com a colocação de uma câmara de auxílio ao estacionamento.
Novidade é também o tejadilho panorâmico em vidro, capaz de incrementar a altura interior em alguns centímetros.

Habitáculo iluminado

O interior não alterou em termos de espaço. A mala ganhou uns litros, mas só com o espaço deixado livre pela roda suplente, substituída por um kit anti-furo. A bagageira do Civic conserva na realidade cerca de 400 litros de capacidade (o que já é bom para um familiar deste segmento), acrescentando mais 77 litros com um fundo duplo que possui cobertura rígida.
O espaço traseiro do Civic conserva também a modularidade extra dos respectivos bancos, uma particularidade de alguns modelos da Honda que possibilita transportar cargas maiores nesta zona do habitáculo.
Contudo, registaram-se profundas alterações no interior da geração deste ano. Nomeadamente no painel de bordo, que ganhou novo equipamento e uma funcionalidade acrescida. Igualmente maior apelo desportivo na forma e na iluminação dos instrumentos, sendo que, desde a posição de condução ao tacto do volante ou ao acréscimo de qualidade dos revestimentos, a evolução é bastante notória.
Vamos a alguns detalhes, apesar de mais pormenores existentes no texto da apresentação que se encontra AQUI.

Equipamento vs funcionalidade

As alterações mais substanciais e importantes concentram-se ao nível do painel de instrumentos e ao longo da consola central, proporcionando uma configuração mais desportiva e funcional.
Um enorme conta-rotações em primeiro plano e a cor da sua iluminação ajudam o condutor a manter uma condução económica. Dependendo dos ajustes da posição do banco e da coluna da direcção, o velocímetro digital, colocado em plano superior, pode por vezes ficar escondido atrás do volante que possui um aro mais grosso e agradável à mão.
Com este novo tablier surgiu, à direita, um pequeno painel informativo que congrega diversas informações relacionadas com a condução e com o sistema áudio. Esta zona de informação é designada pela Honda como “i-MID”, ecrã inteligente multi-informações. Para ter mais indicações sobre as informações apresentadas consultar AQUI.
Ao alterar toda a consola central, surgiu no Civic espaço para um painel de navegação que congrega ainda o sistema áudio. O sistema de climatização passou também a ser comandado a partir desta área, alterando-se a forma das saídas de ventilação. O comando do travão de mão foi colocado mais à direita, gerando menos conflito com o manípulo da caixa de velocidades.
A Honda reivindica ainda novos materiais, embora essa alteração não pareça tão evidente. De facto, ao contrário de alguns modelos da categoria, no Civic não existem coberturas macias do tablier, apesar do toque suave dos plásticos ou da aparente solidez e qualidade das coberturas. Nesse campo a marca japonesa tem provas dadas.
A nova colocação de alguns comandos fez passar o botão de "start" para o lado direito do volante, uma posição bem mais consensual do que a anterior.

ENSAIO: Honda Civic 1.4i com 100 cv

Esta é, naturalmente, a versão mais acessível e vendida no mercado português.
Equipada com a evolução do conhecido motor 1.4 de 100 cv, com caixa manual de seis velocidades, viu homologados novos consumos e emissões.
Na essência não se alterou muito do que já era conhecido, continuando válido o essencial da análise efectuada à versão anterior (ver AQUI o ensaio à versão Type S de 3 portas).
Falta alento a este motor antes das 3500/4000 rpm. Sobretudo quando a lotação vai além dos dois ocupantes. Isso obriga o condutor a esticar as mudanças e a deixar de lado qualquer intenção de conseguir bons consumos, até porque as duas últimas velocidades são claramente estradistas.
Esta versão, tal como as restantes, possui sistema start/stop bastante rápido a responder e um modo "Eco" (seleccionável através de um botão verde colocado à esquerda) destinados a ajuda a economizar, ao controlarem também o funcionamento da climatização durante as paragens e tornando as acelerações menos bruscas e menos “gulosas” em combustível.
Experimentado com este modo activado ou com ele desactivado, numa condução normal e despreocupada não se verificaram alterações substanciais de consumo. A média do final do ensaio rondou os 7 litros, a maioria do trajecto feito com um andamento bastante familiar.
Ao condutor é permitido acompanhar e controlar as evoluções do consumo através da iluminação do conta-rotações ou das informações reveladas pelo painel i-MID.
No geral mostra-se um carro bastante agradável de utilizar quando não obrigado a suportar demasiada carga ou num dia-a-dia descontraído. Com boa insonorização, a versão ensaiada beneficiava do comportamento e do equipamento da versão Sport. O - chamemos-lhe assim - “Type S”, além das alterações que todas as versões do renovado Civic conheceram ao nível da suspensão, possui jantes e pneus mais largos de 17 polegadas. Isto ajuda a melhorar a aderência à estrada, logo, também, a estabilidade e o seu desempenho em curva.
Dados mais importantes
Preços desde
20.000 euros
Motores
1339 cc, 100 cv/6000 rpm, 127 Nm às 4800 rpm, 16 V., injecção electrónica multi-ponto
Prestações
187 km/h, 14 seg.(0/100 km/h)
Consumos (médio/estrada/cidade)
5,5 / 4,8 / 6,7 litros
Emissões Poluentes (CO2)
128 a 131 gr/km

ENSAIO: Honda Civic 1.8i com 147 cv

Outra versão a gasolina presente no mercado português é esta, que, em alguns mercados, constitui a base da gama Civic.
Declina-se em duas versões de equipamento: “Sport” e “Executive”. A primeira das quais apenas cerca de 3500 euros mais cara do que a correspondente motorização 1.4.
É meritório esse esforço do importador, até porque o nível de equipamento Executive já ronda os 30 mil euros. Confira preços actualizados a partir de AQUI.
Esta motorização é a única a poder dispor de caixa de velocidades automática. Tal como as restantes, possui de série caixa manual de seis velocidades.
Com 147 cv e um binário de 174 Nm tem, naturalmente, um comportamento bastante mais “redondo” do que a anterior. É sobretudo a ausência de esforço que mais se nota, com as relações da caixa a permitirem maior tranquilidade e elasticidade em estrada, durante as recuperações ou acelerações. A seu favor conta também com o peso, menos de 1300 Kg em vazio.
Por isso, em estilos de condução idênticos, os consumos também se equiparam. Em determinadas circunstâncias podem até dar vantagem ao motor mais potente. O que não é de estranhar.
Apesar de existir uma maior capacidade de aceleração e recuperar de modo muito mais convicto, quem esperar uma atitude bastante agressiva ou uma postura vincadamente desportiva poderá sentir-se desiludido.
Dir-se-ia que estas sensações estão reservadas para a motorização que se segue.
Dados mais importantes
Preços desde
24.700 euros
Motores
1798 cc, 142 cv às 6500 rpm, 174 Nm às 4300 rpm, 16 V., 1 árvore de cames, injecção electrónica multi-ponto
Prestações
215 km/h, 9,4 seg.(0/100 km/h)
Consumos (médio/estrada/cidade)
6,1 / 5,2 / 7,6 litros
Emissões Poluentes (CO2)
145 gr/km

ENSAIO: Honda Civic 2.2 i-DTEC com 150 cv

Este motor é o mesmo que serve, por exemplo, no Accord. Apresenta-se aqui na versão de 150 cv, tal como no Accord, apesar de este mesmo motor também existir com 180 cv.
O Civic com o motor 2.2 a gasóleo concilia o melhor de dois aspectos – economia e prestações – aliando bons consumos a uma franca e voluntariosa capacidade para acelerar.
Características que lhe conferem um comportamento completamente distinto das restantes versões.
Além de mais, as alterações efectuadas ao nível da suspensão permitem fazer correr livremente os 150 cv deste motor, sempre de uma forma segura e sem surpresas para o condutor. De facto, quer a maneira como se insere em curva, como a forma como se prontifica a recuperar ao sair delas e enfrentar estrada aberta, fazem do Civic 2.2 i-DTEC a versão mais desejada da gama.
Pelo menos enquanto não chega o prometido e ansiado (em termos de mercado e vendas) motor diesel 1.6 (conferir AQUI mais características sobre este motor).
Sempre convicto a acelerar - mas nada brusco a fazê-lo -, um correcto escalonamento da caixa de seis velocidades permite-lhe manter consumos médios, reais, abaixo dos seis litros.
A versão Sport volta a ser a mais acessível, situando-se abaixo dos 29 mil euros. (Confira preços actualizados a partir de AQUI).
São cerca de 4 mil euros a menos do que o nível de equipamento Executive e, mais do que em qualquer uma das restantes motorizações, o “S” vermelho estampado na traseira tem razão de existir.
Dados mais importantes
Preços desde
21.301 euros (3 portas, 1.6 HDi Allure)
Motores
2199 cc, 150 cv/4000 rpm, 350 Nm às 2000 rpm, 16 V., common rail 1800 bar, turbo com geometria variável e intercooler
Prestações
217 km/h, 8,5 seg.(0/100 km/h)
Consumos (médio/estrada/cidade)
4,4 / 3,9 / 5,1 litros
Emissões Poluentes (CO2)
115 gr/km

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Sexta-feira, 03.08.12

Tiago Monteiro já testa novo Honda Civic WTCC


O português Tiago Monteiro já está em pista a testar a nova montada da marca japonesa, o Honda Civic de 5 portas equipado com um motor 1.6 turbo a gasolina concebido especificamente para o campeonato Mundial de Carros de Turismo (WTCC).
Mais detalhes sobre esta contratação podem ser encontrados no TEXTO de apresentação da equipa.
Os testes estão a decorrer no Circuito de Vallelunga, perto de Roma, depois de uma primeira verificação feita em Vairano, uma pista próxima da J.A.S. Motorsport, o team responsável pela preparação do carro.
Nestes testes participa também o segundo piloto da equipa, o italiano Gabriele Tarquini.
Mais imagens podem ser encontradas NESTE SITE com actualização permanente de novas fotos.

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Terça-feira, 17.07.12

Tiago Monteiro é piloto oficial da Honda no WTCC

Tal como já tínhamos anunciado, a Honda reservou uma grande surpresa para os portugueses no regresso oficial da equipa ao WTCC: o português Tiago Monteiro, piloto com vasta experiência neste campeonato e, até hoje, detentor da melhor classificação nacional numa corrida de Fórmula 1 (um terceiro lugar) vai defender as cores da marca japonesa no WTCC. A decisão acontece depois do anúncio de que outro português, Hélder Rodrigues, foi escolhido como piloto n.º 1 da equipa de motos no retorno ao mítico Dakar (ler AQUI a notícia completa). O companheiro de equipa de Tiago Monteiro será Gabriele Tarquini. No Campeonato Mundial reservado a Carros de Turismo a Honda irá utilizar a versão europeia do novo Civic e um motor inteiramente novo, fruto de uma parceria conjunta com a Mugen e a J.A.S. Motorsport.
Cabe à Mugen aperfeiçoar o motor de competição desenvolvido pela Divisão de Pesquisa e Desenvolvimento da Honda e a responsabilidade da sua manutenção em todas as corridas.
A equipa será gerida pela JAS Motorsport, sediada em Milão, responsável pelo desenvolvimento do chassis de competição, utilizando o novo Honda Civic de 5 portas produzido na fábrica inglesa de Swindon.
O motor de competição será HR412E, um bloco a gasolina 1.6 turbo com 4 cilindros com injecção directa, elaborado de acordo com os regulamentos da FIA Super 2000. Este motor foi concebido na Divisão de Pesquisa e Desenvolvimento da Honda, em Tochigi, Japão.
Como parte do programa de desenvolvimento do novo carro, a Honda, irá entrar, já este ano, no WTCC com um Civic. Ao volante deste carro estará o ex-piloto de Formula 1, Tiago Monteiro, que irá competir em 3 provas: Japão (a 21 de Outubro de 2012 no Circuito de Suzuka), seguidas de China e Macau.
Nestas 3 provas, a Divisão de Pesquisa e Desenvolvimento da Honda e a Mugen darão assistência à Equipa e serão responsáveis pelo acompanhamento e manutenção da estreia do novo motor.
O Campeão do Mundo WTCC em 2009, Gabriele Tarquini, também contribuirá com a sua vasta experiência para a assistência à equipa no desenvolvimento do modelo já este ano.
Ambos os pilotos irão participar na totalidade do campeonato FIA – WTCC, World Touring Car, em 2013.

Palmarés da equipa e dos pilotos

A competição foi sempre um dos elementos fundamentais do DNA da Honda. Na década de 50 a Honda começou por entrar nas competições TT da Ilha de Man, estreando-se estreado na Formula 1 na década de 60.
A presença no Campeonato do Mundo FIA WTCC será o próximo capítulo do compromisso contínuo da marca com o desporto motorizado e constituirá uma plataforma perfeita para demonstrar o seu espírito de competição aos seus numerosos adeptos espalhados um pouco por todo o Mundo.
Quanto a Tiago Monteiro, o nome dispensa apresentações entre os portugueses mas não só. É um dos pilotos mais respeitados internacionalmente e, após uma passagem pela Formula 3, em França, e pelo Campeonato GT, o piloto passou para a Formula 3000 em 2002 e pela American Champ Car series em 2003.
Posteriormente estreou-se na Formula 1, onde passou pelas equipas Jordan Grand Prix, Midland F1 e
Spyker F1. Em 2005, no Grande Prémio dos Estados Unidos, obteve um 3º lugar e, nesse mesmo ano,
estabeleceria um recorde que perdura até hoje: o maior número de corridas concluídas por um rookie em
ano de estreia (18 corridas).
Em 2007 passou a competir no campeonato FIA WTCC. A sua última vitória foi alcançada no Porto, na corrida da Boavista, frente ao seu público.
Gabriele Tarquini iniciou-se nos karts, onde se sagrou campeão italiano e mundial. Passou depois para a Formula 3000, seguindo-se a Formula 1. Participou em 78 Grande Prémios nas equipas Osella, Coloni, AGS, Fondmetal e Tyrrell.
Em 1994 fez uma troca de sucesso para os carros de turismo tendo-se estreado no BTCC - British Touring Car Championship, onde se sagrou campeão logo no primeiro ano. Em 1997 iniciou uma relação de 5 anos com a Honda, primeiro no BTCC ao volante de um Honda Accord. Em 1998 mudou-se para a Alemanha onde integrou a equipa na STW Cup. No ano 2000 regressou ao BTCC e em 2001 encerrou o seu primeiro ciclo na Honda, marcando a época com 9 vitórias em corridas do European Touring Car Championship. Desde então, o piloto italiano tem competido no FIA WTCC, sagrando-se campeão em 2009.

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Quinta-feira, 10.05.12

CAMPANHA – Honda dá mais 2000 euros por carro antigo na compra do novo Civic

Dois mil euros a mais é quanto a Honda oferece na retoma do seu veículo na troca de um dos novos Civic que, ainda recentemente, começaram a ser comercializados em Portugal. Numa campanha em vigor até dia 30 de Junho, fica desta forma mais acessível a aquisição de qualquer uma das versões da 9ª geração de um dos mais populares e apreciados modelos japoneses.

Reconhecido pelas suas características de design, versatilidade, baixos consumos e equipamento, o período de desenvolvimento de 4 anos da actual geração, levou em consideração inquéritos efectuados a clientes europeus. O Novo Honda Civic assenta sobre os pontos fortes do seu antecessor, elevando-os a um nível superior e concretizando, assim, uma evolução revolucionária.
O novo Honda Civic está disponível a partir dos 20.000€ (PVP da versão 1.4 Comfort sem despesas de logística e preparação), existindo ainda uma versão desportiva a gasolina com motor 1.8 e um versátil diesel 2.2. A gama aguarda-se em breve a chegada de um económico motor 1.6 a gasóleo.

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