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Cockpit Automóvel - Conteúdos Auto


Quarta-feira, 31.10.12

Via Verde serve para “caça à multa”

O semanário “o Diabo” publicou, numa das suas últimas edições, um trabalho sobre a existência de radares nas antigas estradas Scut. Segundo a reportagem, os sistemas de controlo de passagem automática estarão a medir também a velocidade instantânea dos veículos, resultando daí multas por excesso de velocidade que já estão a chegar a casa dos proprietários das matrículas. Por considerar importante a divulgação dos factos reproduz-se de seguida o referido texto, solicitando ainda aos leitores que contribuam com depoimentos no caso de também terem sido vítimas desta situação ou de outras similares. O resumo do diploma que regulamenta estes novos sinais encontra-se AQUI.

Já foi introduzido nas antigas SCUT e vai ser alargado a todas as estradas portuguesas com portagem. Poucos automobilistas se aperceberam, mas os novos radares de medição de velocidade instantânea já chegaram ao bolso dos mais apressados…
O sinal tem passado despercebido a muitos condutores. Há até quem o confunda com o sinal de cobrança automática de portagens.
Engano. O “H43” é um novo radar que mede instantaneamente a velocidade a que uma viatura circula entre dois pontos de controlo. E as primeiras multas já começaram a chegar à casa dos condutores mais incautos.
Publicado em ‘Diário da República’ em 3 de Março de 2011, o regulamento dos novos sinais de trânsito introduziu cinco novos sinais de trânsito nas auto-estradas nacionais. Mas apenas quatro deles foram alvo de publicitação: os que avisam o automobilista da aproximação, entrada ou saída de um lanço de auto-estrada com cobrança de portagem electrónica.
Por explicar aos condutores portugueses ficou o chamado “H43”, exactamente aquele que indica a presença de um radar de velocidade instantânea incorporado nos identificadores electrónicos de cobrança de portagem.
À primeira vista, todos eles são muito parecidos e sujeitos a confusão.
A diferença faz-se sentir depois, no regresso a casa, quando à caixa do correio chega uma multa por excesso de velocidade.
Os novos sinais fazem parte da Estratégia Nacional de Segurança Rodoviária, aprovada em Conselho de Ministros em Julho de 2009, mas só agora começam a fazer “vítimas”. Na altura, fez-se demasiado ruído em torno do fim das SCUT, as auto-estradas que eram “sem custos para o utilizador” e acabaram por ser o contrário.

Protestos

Manifestações e indignações várias serviram às mil maravilhas às autoridades, já que a inclusão dos radares de velocidade nos identificadores electrónicos começaram a funcionar sem que ninguém se tivesse apercebido. Apercebem-se agora os condutores, mesmo aqueles que viajam pelas antigas SCUT e são detentores de “chip” identificador, que começam a receber em casa multas por excesso de velocidade junto às portagens.
O sistema de radar instantâneo não está ainda a funcionar em todas as portagens do País, mas nas antigas SCUT é já uma realidade. E em breve será certo e sabido que onde existir uma portagem com pagamento através de identificador electrónico haverá radares de medição de velocidade – devidamente anunciados, é certo, pelo sinal “H43”.

Como funciona

O radar sinalizado pelo “H43” funciona de modo bastante simples: mede o tempo que medeia entre a passagem de uma viatura por um sensor instalado junto à portagem e a passagem pelo sensor seguinte, instalado a cerca de 40 metros de distância. Por exemplo, um carro que viaje à velocidade máxima permitida por lei, 120km/h, deve demorar 1,2 segundos a vencer a distância entre os dois sensores.
Qualquer registo abaixo dessa marca equivale a uma autuação por excesso de velocidade. Se o tempo que a viatura, enquanto cruza os dois sensores, for de apenas 1 segundo, significa que a viatura em questão se desloca a 144km/h, ou seja, 24km/h acima do permitido. Quanto menor for o tempo de passagem mais alta será a multa.

Em França endurece a fiscalização e aumentam as multas por excesso de velocidade

Ainda sobre este assunto e complementando o trabalho publicado no jornal o Diabo, sinais bastante semelhantes aos que se podem encontrar nas estradas portuguesas foram mandados retirar das vias francesas.
A decisão tem a ver com o facto de não estarem a contribuir para a segurança rodoviária, uma vez que o número de acidentes e vítimas continua bastante elevado em França. Esta medida foi acompanhada pelo endurecimento das medidas de repressão aos condutores infractores.

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Quinta-feira, 16.08.12

Como planear uma viagem de automóvel. Que trajecto escolher e formas de chegar ao destino.


O “velho” mapa de estradas continua a ser uma ferramenta útil e imprescindível para qualquer condutor que “se faça” à estrada. Desde que seja um que esteja actualizado, está claro. Contudo, existem mais modos de planear atempadamente uma viagem. Na internet encontram-se facilmente diversas soluções que permitem não apenas escolher os melhores caminhos como saber, antecipadamente, o preço das portagens. Ou então fazer uma estimativa do consumo e dos gastos, em combustível, para efectuar determinado trajecto. Confira a seguir algumas ideias.
Um bom e actualizado mapa de estradas continua a ser um instrumento útil e imprescindível. Mesmo quando a viatura dispõe de sistema de GPS. O tempo que o aparelho leva a recalcular rotas ou a forma abrangente de visualização de um mapa em papel oferece, fazem com que mantenha muita valia e importância.
O investimento num bom mapa de estradas actual é, por isso, facilmente reembolsado no tempo e no combustível poupado.

Sistemas de navegação

Embora muita gente continue fiel ao mapa de estradas e a considera-lo a forma mais prática de descobrir um caminho, o mais vulgar, hoje em dia, é recorrer aos aparelhos de GPS.
Os da Tom-Tom dispõem até de um serviço que permite a pesquisa de localidades e pontos de interesse através do Google. Além disso, monotorizarem a velocidade da viatura, alertam para excessos de velocidade e até para a presença de radares fixos.
Contudo, alguns destes serviços exigem uma subscrição anual paga. Convém também manter os mapas do aparelho de GPS actualizados e isso é outro serviço geralmente pago.
Para mais, em Portugal, a rede viária está em permanente mutação. Todos os anos há novas estradas e reclassificação de outras. Exemplo disso foi a passagem de algumas SCUT a estradas com circulação paga e controlada através de dispositivo electrónico. (veja AQUI formas de pagamento destas portagens)
Alguns destes aparelhos dispõem de mais funcionalidades igualmente úteis: comandos que permitem a pesquisa por voz ou sistema “Bluetooth” para o telefone, não apenas mais seguro como capaz de evitar multas desnecessárias.
Por outro lado, ao irem actualizando a distância e o tempo de viagem que resta até ao destino, essa previsão acaba por ter uma utilidade inesperada: imagine-se só como se torna fácil responder à recorrente pergunta “falta muito para chegar?”


GPS por telemóvel

Se não tem ou não pretende gastar dinheiro com um aparelho destes, alguns dos novos telemóveis permitem serviços semelhantes, conforme o tipo de aparelho e a operadora.
A TMN possui uma das melhores aplicações do género: o TMN Drive, gratuito e capaz de funcionar com qualquer um dos principais sistemas operativos utilizados pelos smartphones. (conhecer NESTE texto mais informações sobre este aplicativo).

Planear antecipadamente por computador

Existe ainda a possibilidade de planear previamente uma viagem com recurso ao computador, imprimindo depois as informações e utilizando-as como se se tratasse de um “road-book”.
Os serviços do Google Maps são certamente o recurso mais utilizado. As informação recolhidas podem até ser partilhadas por email ou enviadas para alguns sistemas portáteis.

Além de construir pneus e de desenhar excelentes mapas de estrada, a Michelin dispõe, igualmente, de um local na internet onde pode ser feito o planeamento de um trajecto.
Em “viamichelin.pt” o leitor pode calcular e escolher o percurso da viagem.
Qualquer destas duas opções - Google Maps ou Via Michelin - permitem calcular a viagem evitando auto-estradas com portagem paga, ou ainda ter uma ideia do custo aproximado em combustível.

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Segunda-feira, 06.08.12

Formas de pagamento das novas SCUT e consulta de portagens por pagar


Ao longo destes dias temos deixado alguns conselhos e dicas no intuito de ajudar os leitores condutores a desfrutarem de uma viagem de carro mais tranquila. Para quem não dispõe de Via Verde, o pagamento das portagens pode ser razão para atrasar uma viagem, sobretudo em zonas de maior tráfego. Por razões económicas ou convicção, há também quem opte por estradas interiores sem portagem. Contudo, convém ter em conta o tempo eventualmente perdido por causa de acidentes e consequentes engarrafamentos, aos limites inferiores de velocidade e ao número de quilómetros a mais que muitas vezes é necessário percorrer até ao destino. Veja a seguir como pode pagar o valor das passagens pelas novas SCUT e descubra se a matrícula do seu carro tem algum valor em dívida.

Um quebra-cabeças para muitos automobilistas continua a ser o pagamento das portagens das novas SCUT.
Para quem não dispõe de dispositivo electrónico, a forma mais usual é efectuar o pagamento em qualquer estação dos CTT ou numa das Pay Shop existentes em muitas papelarias. Deverá fazê-lo nos 5 dias úteis a seguir à passagem, bastando somente referir a matrícula da viatura. Este serviço tem um custo acrescido de 31 cêntimos.
Outro modo igualmente fácil consiste em enviar um simples SMS com o texto “CTTMBespaçomatrícula” (ex.:CTTMB AA-00-00) para o número 68989 (custo €0,30 c/IVA por SMS) nas 48 horas após a passagem no pórtico de portagens.
O cliente receberá um SMS de resposta com a referência, entidade e valor a pagar bem como a data limite para pagamento da respectiva referência. Além do valor pago pelo envio do SMS, este serviço tem um custo acrescido de 30 cêntimos.
O site da Brisa e dos CTT dispõem de mais informações sobre o assunto.
No da Brisa é possível calcular o valor das portagens em determinado trajecto (seguir este LINK) e até verificar qual a classe de portagem de determinado veículo (ver este SITE)´.
A página oficial dos CTT na internet oferece a faculdade de pesquisa dos valores em dívida a partir da matrícula da viatura (verificar AQUI).

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